quarta-feira, 29 de dezembro de 2010

FELIZ ANO NOVO!


FELIZ 2011!

"MARCAS DO QUE SE FOI

SONHOS QUE VAMOS TER

COMO TODO DIA NASCE

NOVO EM CADA AMANHECER"

quinta-feira, 23 de dezembro de 2010

FELIZ NATAL


QUE PAPAI NOEL COLOQUE SOB NOSSAS ÁRVORES
MUITA PAZ, ALEGRIA, AMOR,
SAÚDE, SUCESSO .....

  • merry christmas
  • frohe weihnachten
  • feliz navidad
  • joyeux noël
  • Kalá christoúgenna
  • buon natale
  • god jul
  • wesolych swiat
  • s rozhdestvom
  • veselé vánoce
  • mutlu noeller

  

segunda-feira, 20 de dezembro de 2010

Gestão e Educação


Um bom texto pode começar com uma boa idéia. Esse é o caso do artigo de Marcello Ganem sobre o ensino superior privado no Brasil, publicado no Jornal Valor Econômico, de outubro de 2010. Ele inicia mostrando o quadro atual do ensino superior privado no país, e aponta caminhos interessantes para a gestão de sucesso nessa área.

Segundo Marcelo, apesar do aumento da profissionalização, o ensino superior privado no Brasil ainda está muito pulverizado. Em 2007, as vinte maiores instituições privadas tinham em média 44 mil alunos matriculados, enquanto as duas mil instituições privadas menores tinham em média 1,4 mil alunos matriculados.

Além disso, as vinte maiores instituições detinham apenas 24% do total de aluno matriculados no ensino superior privado em 2007. Boa parte destas instituições de menor porte não conta com uma gestão profissional e está em situação econômico-financeira desequilibrada.

Analisando-se apenas a taxa de inclusão do ensino superior no Brasil, chega-se a uma conclusão inicial de que o setor tem um grande potencial de crescimento nos próximos dez anos. Apenas 17% da população com idade entre 18 e 35 anos cursou ou está cursando o ensino superior. É uma inserção bastante pequena quando comparada com os EUA, Europa e países latino-americanos como Argentina, Chile e México.

Contundo, analisando-se a inserção por classe social observa-se que ela é elevada nas classes A e B, porém baixa nas demais, o que sugere a existência de uma barreira de renda ao crescimento. Dentre os 21 milhões de brasileiros da classe C com idade entre 18 e 35 anos, apenas 9% cursou ou está cursando o ensino superior.

As empresas de ensino superior, ao verem saturado o potencial de crescimento nas classes A e B, estão focando seu crescimento nesse gigantesco contingente da classe C. Pois essa classe vem aumentando o consumo de serviços como educação e saúde.

As instituições privadas de ensino superior contam com duas ferramentas para superar essas barreiras e aproveitar essa grande oportunidade: financiamento estudantil e tecnologia. O financiamento estudantil poderá ter um grande impulso com o fortalecimento do FIES – Financiamento ao Estudante de Ensino Superior – pelo governo. A ideia é que o aluno de baixa renda pague uma mensalidade módica durante o curso e, após a formatura, já empregado, pague uma mensalidade que não represente mais de 25% de sua renda.

Novas tecnologias viabilizam a entrega de conteúdo digital à distância, seja via satélite ou pela internet. Esse procedimento amortiza os principais custos do negócio – professores e infraestrutura física, o que permite reduzir a mensalidade. Como consequência, o mercado-alvo do ensino superior pode crescer significativamente, pois permite uma entrada vertiginosa nos níveis de renda mais baixos. Essas ferramentas serão importantes para que as instituições privadas de ensino superior deixem para trás uma incômoda situação de baixo crescimento e elevada inadimplência.

Segundo Marcelo, as empresas que prosperarão serão aquelas que conseguirem combinar ensino de boa qualidade com preços competitivos. Boa qualidade do conteúdo, do corpo docente e da infraestrutura de apoio físico ou digital, que ensejará o sucesso dos alunos na entrada no mercado de trabalho. Para oferecerem mensalidade com preços adequados ao mercado-alvo, as empresas necessitarão de escala, traduzida por centenas de milhares de alunos matriculados.

A escala permite investir em conteúdo, docentes, ferramentas tecnológicas e na construção de sua marca. Num mercado competitivo como o de educação, a marca funcionará cada vez mais como um diferencial para a captação e retenção de alunos, além de permitir à empresa praticar mensalidades um pouco maiores, aumentando o retorno do negócio.

terça-feira, 14 de dezembro de 2010

CONVITE


15 de Dezembro - Quarta Feira

Das 20:00 às 22:30


Galeria de Artes Luciano Martins,
Anexo ao Nomuro Lounge

Curadoria: Myrine Vlavianos


Exposição de 16 a 23 de Dezembro de 2010


Av. Afonso Delambert Neto, 103
 
Lagoa da Conceição - Florianópolis-SC



segunda-feira, 6 de dezembro de 2010

Meio Fio



Onde quer que eu vá

Levo em mim o meu passado

E um tanto quanto do meu fim

Todos os instantes que vivi

Estão aqui

Os que me lembro

E os que esqueci...

Carrego minha morte

E o que da sorte eu fiz

O corte e também a cicatriz

...


As vezes acredito em mim

As vezes não acredito

Também não sei

se devo duvidar

....

Rita Lee e Arnaldo Antunes

segunda-feira, 29 de novembro de 2010

Pedagogias...


"O professor que dialoga com os alunos não é aquele que simplesmente ouve ou concorda. Mas aquele que se apresenta para o diálogo também como diferença. Aprendizagem exige um posicionamento em relação ao mundo, a negação da neutralidade, a busca do movimento exato na hora certa, que se dá também por experimentação. Há que pensar então o movimento do diálogo. "

Fragmento da tese, Ensaio sobre o Movimento Humano,
 de Ana Cristina Zimmermann, amiga de doutorado.


terça-feira, 9 de novembro de 2010

Soberania


Naquele dia, no meio do jantar, eu contei que

tentara pegar na bunda do vento — mas o rabo
do vento escorregava muito e eu não consegui
pegar. Eu teria sete anos. A mãe fez um sorriso
carinhoso para mim e não disse nada. Meus irmãos
deram gaitadas me gozando. O pai ficou preocupado
e disse que eu tivera um vareio da imaginação.
Mas que esses vareios acabariam com os estudos.
E me mandou estudar em livros. Eu vim. E logo li
alguns tomos havidos na biblioteca do Colégio.
E dei de estudar pra frente. Aprendi a teoria
das idéias e da razão pura. Especulei filósofos
e até cheguei aos eruditos. Aos homens de grande
saber. Achei que os eruditos nas suas altas
abstrações se esqueciam das coisas simples da
terra. Foi aí que encontrei Einstein (ele mesmo
— o Alberto Einstein). Que me ensinou esta frase:
A imaginação é mais importante do que o saber.
Fiquei alcandorado! E fiz uma brincadeira. Botei
um pouco de inocência na erudição. Deu certo. Meu
olho começou a ver de novo as pobres coisas do
chão mijadas de orvalho. E vi as borboletas. E
meditei sobre as borboletas. Vi que elas dominam
o mais leve sem precisar de ter motor nenhum no
corpo. (Essa engenharia de Deus!) E vi que elas
podem pousar nas flores e nas pedras sem magoar as
próprias asas. E vi que o homem não tem soberania
nem pra ser um bentevi.


Manoel de Barros
Memórias Inventadas - A Terceira Infância -

segunda-feira, 11 de outubro de 2010

O que é memória? O que é ficção?


"Sou Nadia Guerra, e pela primeira vez vou lhes dizer, com microfone aberto, tudo o que senti em cada uma das manhãs de minha vida durante todos esses anos enquanto saudava a bandeira e cantava o Hino Nacional, tudo aquilo que não me atrevi a dizer até este minuto....

Pertenço a uma zona de intimidade que me faz humana, não divina. Sou uma artista, não uma heroína contemporânea, odeio essa desproporção, não quero que esperem que eu seja o que não sou. Não devo mais aos mártires do que aos meus pais, à minha resistência, à minha própria história pessoal ancorada aqui em minha simples vida cubana.

Não posso continuar tentando ser como Che, nem herdar a pureza de Camilo... minha proeza é singela: sobreviver nesta ilha, evitar o suicídio, suportar a culpa de minhas dívidas, o acaso de estar viva, e desligar-me definitivamente desses persistentes nomes de guerra e de paz."

Pequenos fragmentos do belíssimo livro, Nunca fui Primeira-Dama, da escritora cubana Wendy Guerra. Um texto que provoca nossas certezas a respeito das fronteiras entre a memória, a história e a ficção.

terça-feira, 21 de setembro de 2010

Gestor, Líder e Dirigente: O que faz a diferença?


O Gestor:

O gestor é aquela pessoa que ocupa uma posição formal na hierarquia da empresa. Isto é, ocupa um cargo de chefia e é responsável por outras pessoas.
Espera-se que um gestor seja eficiente na criação de bases para resultados empresarias sustentáveis. Contribuía significativamente para melhorar, de forma evolutiva e consistente, o desempenho da organização, mesmo que precise fazer uma mudança radical.


O Líder:

O líder é a pessoa que opera com a energia que mobiliza a empresa. Seu foco está nas dimensões mais emocionais da gestão: pessoas, lideranças e cultura.

Diferentemente do gestor, o líder é legitimado por seus liderados. Ele não existe sem liderados voluntários, portanto essa legitimação representa uma conquista. As pessoas seguem voluntariamente um líder quando se identificam com seus conceitos, aspirações e expectativas.

O eixo central da liderança é a capacidade de construir e sustentar esse tipo de relacionamento, que é interativo e envolve troca, influência e persuasão. Enfim, o poder do líder está em saber mobilizar as pessoas na direção de uma aspiração comum, trazendo significado para a vida delas.

O Dirigente:
O lugar do dirigente não está relacionado ao topo da hierarquia. Pessoas de qualquer nível hierárquico podem ser dirigentes na sua esfera de atuação, basta para isto, saber trabalhar integrando as tarefas com as relações e ter coragem de mudar o fluxo natural das coisas.
O dirigente não opera apenas na manutenção, na melhoria contínua. Nem mesmo na mudança radical seu foco é apenas estratégia, processos e estrutura. Tampouco está focado fundamentalmente na dimensão das pessoas, da liderança e da cultura. Ele vai além: reconhece o fluxo natural e o altera com coragem e determinação. Tem um propósito claro e uma visão de futuro que ilumina suas decisões e ações.



Fonte: Jornal Valor Econômico
Caderno: Eu & Carreira





segunda-feira, 20 de setembro de 2010

ARTE NA UFSC



 3ª Semana Ousada de Arte da UFSC; unirá música e cinema, numa proposta que recria a atmosfera do antigo cinema mudo, com o pianista contracenando com a projeção do filme. Será no grande auditório (Auditório Garapuvu) do Centro de Eventos da UFSC às 21 horas, com entrada franca. Recomendo - o documentário é riquíssimo, e a seleção de músicas está também muito especial.

Data: 23 de Setembro de 2010 - Quinta Feira


terça-feira, 14 de setembro de 2010

Formação Acadêmica


É desde o começo da Faculdade que nos formamos, bem ou mal, para a prática de uma profissão, e não há progresso possível, numa atividade, se o profissional não estiver bem formado desde o início.

segunda-feira, 13 de setembro de 2010

A fórmula mágica


O sucesso nasce do querer, da determinação e persistência em se chegar a um objetivo. Mesmo não atingindo o alvo, quem busca e vence obstáculos, no mínimo fará coisas admiráveis.




José Saramago